terça-feira, 3 de junho de 2014

Gripe "A" Você, Eu e Todos contra: PREVINA-SE



Gripe A H1N1

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou no último dia 30 de abril o fim do nome “Gripe Suína“, que agora se chama “Gripe A“, ocasionada através do vírus “H1N1″. O Ministério da Saúde do Brasil divulgou que a partir do dia 8 de março começará uma campanha de Vacinação Gripe A no país, visando vacinar mais de 90 milhões de brasileiros no período de 2 meses.

Gripe A

Já foram confirmados 95 mil pessoas atingidas pela Gripe A H1N1 em 120 países num total de 429 mortes. No Brasil já foram confirmadas 1.566 caso no Brasil, 34 mortes pelo vírus influenza A H1N1 sendo 16 no Rio Grande do Sul, 12 em São Paulo, 5 no Rio de Janeiro e 1 no Paraná. Máscaras já estão sendo usadas nos principais países em que o vírus H1N1 estão instalados, mas são 100% eficientes. Lave sempre as mãos com sabonete e evite colocar as mãos nos olhos, bocas e ouvidos e ainda evite ficar em locais fechados com grande aglomeração de pessoas e procure sempre locais arejados. Confira abaixo as dicas para evitar o contágio, os sintomas e como se prevenir da doença:

Contágio Gripe A H1N1

O contágio da Gripe A é dada através do ar, por vias aéreas e através de contato direto com pessoas contaminadas. O consumo da carne de porco não é uma fonte de contágio se a mesma for cozida a 71 graus celsius.

Prevenção Gripe A H1N1

Para se proteger da Gripe A você pode tomar a vacina da gripe convencional para ajudar na prevenção já que aumentam a imunidade do corpo, porém não combatem o vírus H1N1. O medicamento Tamiflu tem sido utilizado no combate da Gripe Suína, porém somente deve ser ingerido se prescrito por um médico. Carnes suínas devem ser ingeridas apenas depois de passar pelo processo de cozimento a 71 graus celsius, temperatura suficiente para matar qualquer tipo de bactérias, inclusive o vírus H1N1.




Outra definição da gripe A
Gripe Suína

Baseado em informações como a última divulgada pela OMS de que o vírus influenza A H1N1 responsável pela Gripe A, teria matado mais de 700 pessoas em todo mundo, entrei em contato com o Ministério da Saúde e logo fui atendido muito gentilmente por Cintia Danielle de Souza Castro, que me indicou um link, onde contém as perguntas e respostas mais frequentes, relacionadas ao Contágio, Sintomas e Prevenção da Gripe A. Neste LINK é possível diversas perguntas e suas respectivas respostas, como:

1. Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
3. Quando eu devo procurar um médico?
4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
5. Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
6. Se o exame não é realizado em todas as pessoas, isso significa que o número de casos registrados será subnotificado?
7. Quais os critérios de utilização para o Tamiflu?
8. O medicamento está em falta?
9. Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
10. Como eu posso me prevenir da doença?

Sintomas Gripe A

O Ministério da Saúde divulgou recentemente meios através da Internet e/ou telefone para que as pessoas possam se informar melhor sobre o vírus influenza A H1N1 responsável pela gripe A. Através da Internet basta acessar o este link e se informar adequadamente, já pelo telefone você pode entrar em contato através do Disk Saúde 0800 61 1997.


A gripe foi inicialmente detectada no México no final de março de 2009 e desde então se alastrou por diversos países.4 Desde junho de 2009 a OMS elevou o nível de alerta de pandemia para fase 06, indicando ampla transmissão em pelo menos 02 continentes.

Os sinais e sintomas da gripe suína são semelhantes aos da gripe comum, tais como febre, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dor na garganta , fraqueza. Entretanto, diferentemente da gripe comum, ela costuma apresentar complicações em pessoas jovens.


1 Epidemiologia
1.1 Perspectiva histórica
1.2 Perfil da doença no mundo
2 Gripe suína zoonótica
3 Influenza A (H1N1)
3.1 Progressão, sintomas e tratamento
3.2 Grupos de risco
3.3 Formas de contágio
3.4 Surto de gripe suína de 2009
3.5 Vacina
4 Referências
5 Ver também
6 Ligações externas

Perspectiva histórica

Antes de 1918, a gripe em humanos era uma doença bem conhecida, mas nunca tinha sido descrita em porcos.6 Com a pandemia da Influenza A H1N1 que ocorreu em 1918 e 1919 (mais conhecida como Gripe Espanhola), milhões de pessoas foram afetadas e muitos porcos também passaram a apresentar sintomas respiratórios que se assemelhavam muito à doença nos humanos.Desde 1958, 37 casos da gripe suína em humanos foram documentados. Seis casos resultaram em morte e 44% dos pacientes tinham exposição a porcos.

Perfil da doença no mundo

Em Março e Abril de 2009, um surto de doença respiratória foi primeiramente descrita no México, o qual foi relacionado ao vírus chamado Influenza A H1N1.4 O surto se espalhou rapidamente para Estados Unidos, Canadá e para o resto do mundo graças às viagens aéreas.

Segundo a OMS, 207 países e territórios notificaram casos confirmados laboratorialmente de gripe suína, incluindo pelo menos 8.768 óbitos. Como a doença se espalhou amplamente, alguns países pararam de contar casos individuais, principalmente aqueles que apresentam sintomas leves, de modo que a OMS agora só divulga o total de óbitos.

Gripe suína zoonótica


A gripe suína é endémica em porcos

A gripe suína(também conhecida como gripe A) é comum em porcos da região centro-oeste dos Estados Unidos da América (e ocasionalmente noutros estados), no México, Canadá, América do Sul, Europa (Incluindo o Reino Unido, Suécia e Itália), Quénia, China continental, Taiwan, Japão e outras partes da Ásia oriental.

O vírus da gripe suína causa uma doença respiratória altamente contagiosa entre os suínos, sem provocar contudo grande mortalidade. Habitualmente não afeta humanos; no entanto, existem casos esporádicos de contágio, laboratorialmente confirmados, em determinados grupos de risco. A infecção ocorre em pessoas em contacto directo e constante com estes animais, como agricultores e outros profissionais da área. A transmissão entre pessoas e suínos pode ocorrer de forma directa ou indirecta, através das secreções respiratórias, ao contactar ou inalar partículas infectadas. O quadro clínico da infecção pelo vírus da gripe suína é em geral idêntico ao de uma gripe humana sazonal.

Os suínos podem igualmente ser infectados pelo vírus da influenza humana - o que parece ter ocorrido durante a gripe de 1918 e o surto de gripe A (H1N1) de 2009 - assim como pelo vírus da influenza aviário. A transmissão de gripe suína de porcos a humanos não é comum e carne de porco correctamente cozida não coloca risco de infecção. Quando transmitido, o vírus nem sempre causa gripe em humanos, e muitas vezes o único sinal de infecção é a presença de anticorpos no sangue, detectáveis apenas por testes laboratoriais.

Quando a transmissão resulta em gripe num ser humano, é designada gripe suína zoonótica. As pessoas que trabalham com porcos, sujeitas a uma exposição intensa, correm o risco de contrair gripe suína. No entanto, apenas 50 transmissões desse género foram registadas desde meados do século XX, quando a identificação de subtipos de gripe se tornou possível. Raramente, estas estirpes de gripe suína podem ser transmitidas entre seres humanos.

Progressão, sintomas e tratamento:

Diagrama dos sintomas da gripe A (H1N1) no ser humano.
1- Corpo em geral - febre
2- Psicológico - letargia, falta de apetite
3- Nasofaringe - rinorreia, dor de garganta
4- Sistema Respiratório - tosse
5- Gástrico - náuseas, vómitos
6- Intestino - diarréia.
Os sintomas da Gripe A são similares aos sintomas da gripe convencional porém com maior ênfase nos síntomas. Os síntomas são Febre, Tosse, Dores Musculares, Cansaço, Diarréia, Vômito, Irritação nos Olhos e Fluxo Nasal.
Assim como a gripe humana comum, a influenza A (H1N1) apresenta como sintomas febre repentina, fadiga, dores pelo corpo, tosse, coriza, dores de garganta e dificuldades respiratórias. Esse novo surto, aparentemente, também causa mais diarreia e vômitos que a gripe convencional.

De acordo com a OMS, os medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir, em testes iniciais mostraram-se efetivos contra o vírus H1N1.
Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença. Além disto, deve-se evitar o contato das mãos com olhos, nariz e boca depois de tocar em superfícies, usar lenços descartáveis ao tossir ou espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados e ter hábitos saudáveis como hidratação corporal, alimentação equilibrada e atividade física. Caso ocorra a contaminação, o paciente deve evitar sair de casa até cinco dias após o início dos sintomas, pois este é o período de transmissão da gripe A.

Algumas organizações religiosas também orientaram aos fiéis evitar abraços, apertos de mãos ou qualquer outro tipo de contato físico para impedir a dispersão do vírus durante os cultos religiosos.

Grupos de risco

Desde que as mortes em decorrência da gripe suína foram identificadas, alguns grupos de risco foram observados. São eles:

Gestantes
Idosos (maiores de 65 anos) - neste grupo existe uma situação especial pois os idosos tem sistema imunológico baixo.
Crianças (menores de 2 anos)
Doentes crônicos
Problemas cardiovasculares, exceto hipertensos
Asmáticos
Portadores de doença obstrutiva crônica
Problemas hepáticos e renais
Doenças metabólicas
Doenças que afetam o sistema imunológico
Obesos

Formas de contágio

A contaminação se dá da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado, ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos. Não foram identificados animais (porcos) doentes no local da epidemia (México). Trata-se, possivelmente, de um vírus mutante, com material genético das gripes humana, aviária e suína.


Surto de gripe suína de 2009


Passageiros do metrô na Cidade do México usando máscaras de proteção em 24 de Abril de 2009.
O surto de gripe suína de 2009 em humanos, oficialmente denominado como gripe A (H1N1) (português europeu) ou influenza A (H1N1) (português brasileiro),21 e inicialmente conhecido como gripe mexicana,22 gripe norte-americana,23 influenza norte-americana24 ou nova gripe,22 deveu-se a uma nova estirpe de influenzavirus A subtipo H1N1 que continha genes relacionados de modo muito próximo à gripe suína.25 A origem desta nova estirpe é desconhecida. No entanto, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) anunciou que esta estirpe não foi isolada em porcos.23 26 Esta estirpe transmite-se de humano para humano,27 e causa os sintomas habituais da gripe.28

Gripe A em 2012

O ano de 2012 começou e junto com ele novos casos da Gripe A no Brasil foram registrados. O número é assustador, pois é 50% maior do que os números registrados em 2009, ano em que a pandemia da doença foi anunciada. O sul do Brasil é a região mais afetada, pois até o dia 5 de julho foram registrados 74 mortes pela doença que ataca seus pacientes através do vírus Influenza A H1N1. O estado mais afetado é Santa Catarina, com 45 mortes, seguido pelo Paraná com 14 e o Rio Grande do Sul com 15 mortes. Em 2010, os três estados registraram 21 mortes, e em 2011, 14 mortes. Em 2012, o número até o momento é de 74. Para evitar a infecção da gripe A 2012, não deixe de procurar um posto de vacinação e se imunizar, é gratuito.
A Influenza A H1N1 (comumente conhecida como Gripe Suína ou Gripe A ) é uma gripe pandêmica que atualmente está acometendo a população de inúmeros países. A doença é causada pelo vírus influenza A H1N1, o qual representa o rearranjo quádruplo de cepas de influenza (02 suínas, 01 aviária e 01 humana).


Vacina

Existe uma vacina para porcos e outra para pessoas  A vacina contra a gripe "convencional" oferece pouca ou nenhuma proteção contra o vírus H1N1. O Japão anunciou que pretende desenvolver uma vacina eficaz30 e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) vem investigando formas de tratamento.

O Instituto Butantan, em São Paulo, está colaborando com a Organização Mundial de Saúde em uma pesquisa para elaborar uma vacina contra a gripe suína e prevê finalizar o processo dentro de quatro a seis meses.

Todavia, segundo Karl Nicholson, da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, se o vírus evoluir para uma pandemia, a primeira onda vai chegar e irá embora antes que uma vacina tenha sido produzida.

Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mapearam as sequências genéticas dos primeiros vírus influenza A (H1N1) a chegarem ao Brasil, que foram, segundo o Ministério da Saúde, coletados de quatro pacientes: dois do Rio de Janeiro, um de Minas Gerais e um de São Paulo. Segundo uma análise preliminar, o vírus encontrado nos casos brasileiros é idêntico ao que circula em outras localidades. Segundo Fernando Motta, pesquisador do Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do IOC, o sequenciamento genético é fundamental para acompanhar a evolução do vírus no país e abre a possibilidade para o desenvolvimento de protocolos de diagnóstico.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Alimentação Saudável

                        

Dieta detox: conheça erros e cuidados ao usar esse método para emagrecer

Quando realizado de maneira errada o método pode causar ganho de gordura e prejudicar a saúde

POR BRUNA STUPPIELLO - PUBLICADO EM 27/01/2014
book
Após momentos de abuso na alimentação e nas bebidas alcoólicas ou açucaradas, como nas festas de final de ano e feriados, algumas pessoas recorrem às dietas detox também chamada de dieta desintoxicante com o objetivo de "limpar o organismo" e perder peso.

Porém, alguns desses regimes são muito extremos, fazendo com que o indivíduo consuma pouquíssimas calorias ou fique dias à base de líquidos. Estas dietas exageradas podem ter o efeito contrário do que o detox propõe e ao final causar o ganho de gordura e prejudicar a saúde.

Afinal, para que o organismo volte ao seu estado normal não são necessárias medidas tão extremas. "Após dois dias de retorno para uma alimentação saudável o nosso corpo já volta ao metabolismo de antes", diz a nutricionista Amanda Epifânio que integra o corpo clínico do CITEN.

Até mesmo a eficácia de qualquer dieta detox é questionada por alguns profissionais da saúde. "Não acredito que exista a condição que denominam de intoxicação. Os verdadeiros desintoxicantes do corpo são o fígado e os rins, e esses órgãos ficam sobrecarregados quando a alimentação é rica em gordura, sódio e açúcares. Porém, toda vez que saímos de uma alimentação cheia de gorduras para algo mais leve, isso reduz a sobrecarga do fígado e faz com que ele trabalhe de forma normal", constata Epifânio.

Contudo, há dietas detox que propõe justamente um regime que prioriza os alimentos saudáveis e que deixa de lado aqueles ricos em gorduras e açúcares. Saiba o que pode ser interessante nos regimes desintoxicantes e quais são os cuidados necessários ao realizar este plano de emagrecimento.  
Na dieta detox é importante evitar alimentos ricos em gorduras trans e saturadas - Foto: Getty Images

Quais alimentos realmente evitar

Alguns alimentos realmente sobrecarregam o fígado por serem ricos em substâncias que em excesso prejudicam organismo. Por isso, após momentos de abuso, é importante evitar alimentos que irão fazer com que esse órgão tenha uma atividade intensa.

A orientação é ter uma dieta balanceada, restringindo o consumo de alimentos ricos em gorduras trans e saturadas, é o caso da carne vermelha e produtos industrializados, como congelados e biscoitos. Comidas ou bebidas com aromas artificiais, corantes e aditivos químicos devem ter o consumo limitado, bebidas alcóolicas e açúcar também.

Alguns especialistas orientam cortar alimentos com glúten, como a farinha de trigo, lactose e soja. Caso a pessoa faça isso por conta, o tempo da dieta não deve passar de um a dois dias, se for mais do que isso a reintrodução dos alimentos é mais difícil, pois a pessoa pode ficar um pouco sensível às comidas e bebidas. "Isto é uma precaução, pois as alergias com esses ingredientes são frequentes", justifica a Ph.D em nutrição Andrea Dario Frias, coordenadora do centro de pesquisas Sanavita. A cafeína também é restringida por alguns profissionais da área da saúde. "Como os chás serão consumidos com maior frequência e eles já possuem essas substância, é recomendado não abusar do café", explica Frias.  
Ao fazer a dieta detox invista em alimentos leves - Foto:Getty Images

Quais alimentos priorizar

Uma alimentação leve já irá contribuir para o melhor funcionamento do fígado. "Consumir muitas frutas, verduras, legumes, cereais integrais, grãos e carnes brancas ajuda muito. Não adianta pular uma refeição, pois se o corpo fica sem comer entra em estresse e isso aumenta o peso porque o organismo vai atrás de mecanismos de estoque", explica a nutricionista Amanda Epifânio, do CITEN.

Além de não sobrecarregarem o fígado, estes alimentos são ricos em vitaminas, minerais, compostos fenólicos que tem ação antioxidante. Os peixes, grelhados, assados ou cozidos, e as sementes, como a chia e a linhaça, são ricos em ômega 3 que proporciona uma ação anti-inflamatória.

Os sucos com verduras e frutas e os chás também são muito recomendados por alguns profissionais da área de saúde. O consumo balanceado deles na dieta é benéfico. O chá verde é rico em catequinas que tem o poder de combater os radicais livres no organismo e ainda possui um efeito termogênico. O chá de hibisco é uma boa escolha, por conter flavonoides e ácidos orgânicos que tem ação antioxidante e diurética. O chá de gengibre é outra bebida que possui forte ação antioxidante.  
A dieta líquida pode prejudicar a saúde - Foto: Getty Images

Fuja da dieta líquida

Algumas dietas detox envolvem passar dias ingerindo somente líquidos e isto pode causar uma série de problemas para a saúde. "Tirar alimentos e colocar líquidos faz com que o fígado trabalhe mais porque ele terá que conseguir energia de alguma maneira, isso ocorre em casos de dietas que durem mais do que uma semana", conta Epifânio. Porém, manter a dieta líquida por apenas um dia já acarreta problemas, afinal esse tipo de alimentação é pobre em calorias, o que pode levar a desmaios, dores de cabeça, entre outros problemas.

Os rins também são prejudicados por uma alimentação essencialmente líquida. É este órgão que controla os eletrólitos, sódio e potássio, do nosso organismo e o excesso de líquidos causa um desequilibro entre esses eletrólitos que em casos graves pode causar até a desidratação. Ingerir mais de quatro litros de bebidas ao dia não é benéfico para a saúde.  
O consumo baixíssimo de calorias pode prejudicar a saúde - Foto: Getty Images

Fuja do baixíssimo consumo de calorias

A restrição calórica excessiva além de ser prejudicial para a saúde também não irá provocar um emagrecimento saudável. "O corpo tolera por muito pouco tempo essa falta de energia, assim após sete dias começa a usar o seu estoque corporal que é o que chamamos de estoque de ouro, não é só a gordura, mas também músculos", alerta Epifânio.

Também podem ocorrer alguns problemas de saúde. "No curto espaço de tempo pode não acontecer prejuízos. A partir de uma semana o risco é ter hipoglicemia que pode levar a desmaios", diz Epifânio.  
Ao fazer a dieta detox é importante evitar o efeito sanfona - Foto: Getty Images

Evite o efeito sanfona

Após uma dieta detox muito restritiva e por um período maior do que sete dias a pessoa pode não só voltar ao peso original com ganhar mais gordura. "Como expliquei, a falta de energia por muito tempo faz com que diminua a quantidade de músculos. Assim, quando o indivíduo volta para a dieta comum, o corpo quer voltar ao peso perdido, mas só recupera a gordura e então a pessoa fica mais flácida", constata Epifânio.

A melhor maneira para evitar o efeito sanfona é não realizar uma dieta detox muito restritiva, apenas priorizando alimentos mais saudáveis e evitando outros prejudiciais. Quando acabar o regime é necessário mudar os hábitos alimentares. "O ideal é incorporar hábitos saudáveis na alimentação cotidiana. Continue priorizando os alimentos naturais e diminua o consumo de álcool, gorduras saturadas e trans, sódio e açúcar", explica Frias.  
É importante buscar ajuda profissional ao fazer a dieta detox - Foto: Getty Images

Procure ajuda profissional

Ao realizar uma dieta detox o ideal é procurar a ajuda de um profissional da área da saúde, nutricionista ou nutrólogo. "Caso a pessoa faça um regime desintoxicante por conta não recomendo que dure mais do que três dias. Se ela fizer a dieta detox por um longo período deve falar com um profissional da saúde, pois ele irá orientar uma suplementação de vitaminas e minerais", diz Frias.

Além disso, se a pessoa passar muito tempo sem ingerir a lactose e o glúten é preciso cuidado quando for voltar a consumir alimentos com a substância. Isto porque o organismo fica mais sensível a esses alimentos depois da dieta.  
É preciso cuidado ao ingerir os chás e sucos funcionais - Foto:Getty Images

Evite o excesso de determinados alimentos

Ao longo da dieta detox é importante não abusar do consumo de chás. Alguns deles, como o chá verde e o mate, possuem cafeína e o excesso da substância pode causar insônia, taquicardia e gastrite, pois ela aumenta a secreção gástrica.

A orientação é não passar de três xícaras das versões simples à granel, como o de hibisco, chá verde e de gengibre. Com relação às versões industrializadas que são mais concentradas, o consumo não deve passar de dois copos ao dia. Quanto aos sucos detox o recomendado é não ingerir mais do que dois copos ao dia.  
Fonte:Minha Vida - Saúde, Alimentação e Bem-EstarEntre no site e veja várias dicas de chás para manter o pique do dia a dia e muito mais.


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Colesterol, Triglicerídeos alto? saiba Mais!!!!

Colesterol Alto

Sinônimos:
Lipídeos, gordura do sangue.
Quais são as causas do aumento do colesterol no sangue?
Uma variedade de causas pode afetar os níveis de colesterol na corrente sanguínea.
Aqui estão aquelas para as quais você pode fazer algo a respeito:
  • Dieta: gorduras saturadas e colesterol nos alimentos que você ingere faz com que os níveis de colesterol se tornem mais altos. Reduzi-los na dieta ajuda a diminuir os níveis de colesterol no sangue.
  • Peso corporal: o sobrepeso é um fator de risco para doenças cardíacas. Ele também tende a aumentar seu colesterol. Perder peso pode colaborar para reduzir o LDL colesterol (LDL-C) e o colesterol total (CT), assim como aumentar oHDL colesterol (HDL-C ) e diminuir os triglicérides (TG).
  • Atividade física: a inatividade física é um fator de risco para doenças cardiovasculares. Exercícios físicos regulares podem ajudar a reduzir ostriglicérides, aumentar o HDL-C e auxiliar na perda de peso. Você deve tentar manter uma atividade física moderada, 30 minutos por dia, durante 5 dias na semana ou uma atividade física intensa, 20 minutos por dia, durante 3 dias na semana associada a oito a dez exercícios de força muscular, com 8 a 12 repetições de cada exercício, 2 vezes na semana. Esta é a recomendação do Colégio Americano de Medicina Esportiva e da Associação Americana do Coração para adultos saudáveis com menos de 65 anos.
Aqui estão aquelas que você não pode modificar:
  • Idade e sexo: os níveis de colesterol aumentam à medida que homens e mulheres vão envelhecendo. Antes da menopausa, as mulheres têm níveis de colesterol mais baixos quando comparadas a homens da mesma idade, devido a proteção hormonal. Depois da menopausa, os níveis de LDL-C tendem a aumentar.
  • Hereditariedade: Sua herança genética determina, em parte, a quantidade de colesterol que seu organismo produz. Níveis altos de colesterol podem ser comuns em determinadas famílias.
O que se sente quando se tem colesterol alto?
Colesterol alto somente, não causa sintomas. Muitas pessoas desconhecem que têm o colesterol em níveis acima dos aceitáveis como normal. É importante saber como anda o seu colesterol, pois diminuir níveis altos de colesterol, reduz a chance de desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e derramecerebral.
Como o médico faz o diagnóstico?
O médico solicita uma dosagem de lípides no sangue, conhecida como lipidograma e interpreta os resultados para fazer o diagnóstico do tipo de alteração de colesterol que um paciente pode ter.
Todas as pessoas com 20 anos ou mais devem ter o seu colesterol avaliado pelo menos de 5 em 5 anos.
O lipidograma permite que você saiba como são seus níveis de colesterol. Este exame é realizado após um jejum de 12 a 14 horas, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia e fornece informações sobre:
  • Colesterol total (CT)
  • LDL colesterol (LDL-C): conhecido como “colesterol ruim”
  • HDL colesterol (HDL-C): conhecido como “colesterol bom”
  • Triglicérides (TG)
Caso o seu colesterol total esteja acima de 200 mg/dL ou o seu HDL-C esteja abaixo de 40 mg/dL, você precisa de orientações médicas para controlar esses níveis e reduzir sua chance de desenvolver doenças cardiovasculares.
Quais os objetivos do tratamento?
O principal objetivo do tratamento é diminuir os níveis de LDL-C o suficiente para reduzir seu risco de desenvolver problemas cardíacos. Quanto mais alto o seu risco, mais baixo deve ser seu nível de LDL-C.
Outro objetivo é elevar os níveis de HDL-C, já que seus níveis são inversamente proporcionais ao risco aumentado de doenças cardiovasculares. Algumas evidências indicam que baixos níveis de HDL-C refletem a presença de fatores que causam a aterosclerose.
Quais as maneiras de reduzir meu colesterol?
Há duas maneiras principais de reduzir o seu colesterol: pela mudança terapêutica de hábitos ou com o uso de medicamentos.
  • Mudança terapêutica de hábitos (MTH): inclui uma dieta com baixo níveis de colesterol, atividade física regular e administração correta do seu peso corporal. A MTH é para todos que tenham LDL-C acima da meta.
  • Tratamento com medicamentos: caso sejam necessárias medicações para reduzir o colesterol, elas são usadas em conjunto com a MTH para ajudar a reduzir os níveis de colesterol.
Para reduzir o seu risco para doenças cardíacas ou mantê-lo baixo, é muito importante controlar qualquer outro fator de risco que você possa ter como hipertensão arterial e hábito de fumar.
Como reduzir o colesterol com a mudança terapêutica de hábitos (MTH)?
A MTH é uma série de atitudes que você pode tomar para ajudar a reduzir o seu colesterol. Consiste em um plano de alimentação agradável ao paladar e visualmente atraente; focado na seleção, quantidade, técnicas de preparo e substituição de alimentos. Este plano alimentar associa-se à gerência do peso corporal ideal e à prática de atividades físicas regulares.
Como é o plano alimentar da MTH?
É uma alimentação pobre em gorduras saturadas e colesterol que requer uma ingestão menor do que 7% decalorias provenientes de gorduras saturadas e menos de 200 mg de colesterol por dia. Recomenda apenas as calorias suficientes para manter um peso desejável e evitar o ganho de peso.
Se seu LDL-C não diminuir o bastante com a redução das gorduras saturadas e do colesterol na dieta, a quantidade de fibras solúveis pode ser aumentada na sua alimentação. Determinados produtos alimentares que contêm esteróis (por exemplo, margarinas com baixo teor de colesterol) podem também ser adicionados à dieta para impulsionar a redução do seu colesterol.
Como deve ser a gerência do meu peso corporal?
Perder peso, caso você esteja com sobrepeso, pode ajudar a reduzir o LDL-C e é especialmente importante para aquelas pessoas com um grupo de fatores de risco; como triglicérides alto e/ou níveis baixos de HDL-C,sobrepeso e circunferência abdominal (cintura) igual ou maior que 102 centímetros para homens e 89 centímetros para mulheres.
Como devem ser minhas atividades físicas?
Exercícios físicos realizados regularmente (atividade física moderada, 30 minutos por dia, durante 5 dias na semana ou uma atividade física intensa, 20 minutos por dia, durante 3 dias na semana associada a oito a dez exercícios de força muscular, com 8 a 12 repetições de cada exercício, 2 vezes na semana - recomendação do Colégio Americano de Medicina Esportiva e da Associação Americana do Coração para adultos saudáveis com menos de 65 anos) constituem medida auxiliar para o controle das dislipidemias e tratamento da doença arterial coronária.
As atividades físicas aeróbicas promovem redução dos triglicérides, aumento dos níveis de HDL-C, mas sem alterações significativas sobre as concentrações de LDL-C.
Indivíduos com disfunção ventricular, em recuperação de eventos cardiovasculares ou cirurgias, ou mesmo aqueles que apresentem sinais e sintomas com baixas ou moderadas cargas de esforço, devem ingressar em programas de reabilitação cardiovascular supervisionado, de preferência em equipe multidisciplinar.
O programa de treinamento físico, para a prevenção ou para a reabilitação, deve incluir exercícios aeróbios - caminhadas, corridas leves, ciclismo, natação. Acompanhados por atividades de aquecimento, alongamento e desaquecimento. Exercícios de resistência muscular localizada podem ser utilizados como complemento ao treinamento aeróbio.
Quando são necessários medicamentos para controlar o colesterol?
Quando a mudança terapêutica de hábitos e a prática regular de atividades físicas não conseguirem controlar os níveis de colesterol, um médico pode achar necessário iniciar o tratamento com medicações. Mas mesmo assim, você precisa manter as mudanças no seu estilo de vida. Isso o ajudará a usar a menor dose de medicamento possível e a reduzir os seus riscos.
Quais são os medicamentos disponíveis para tratar o colesterol alto e quais suas funções?
Os principais medicamentos para reduzir o colesterol são: ezetimiba, resinas de troca, fibratos, ácido nicotínico e ácidos graxos ômega-3.
Os fibratos e o ácido nicotínico são as opções disponíveis para tratamento de indivíduos com HDL-C baixo, particularmente naqueles com aumento dos TG. 
Abandonar o hábito de fumar é importante para quem tem colesterol alto?
Abandonar o cigarro é fundamental para a prevenção primária e secundária da aterosclerose.
Os métodos de suporte à cessação do fumo mais efetivos são: motivação, estímulo, acompanhamento e o uso de medicamentos.
A terapia de reposição de nicotina (TRN) está disponível, no nosso meio, nas formas de adesivos de liberação transdérmica e goma de mascar. Ela aumenta significativamente as taxas de adesão ao tratamento, mas deve ser utilizada com cautela em pacientes com doença cardiovascular que possa ser exacerbada pelo aumento da atividade simpática induzida por esta medicação.
Os medicamentos não nicotínicos são bupropiona, nortriptilina, vareniclina e a clonidina. 
Perguntas a serem feitas ao seu médico:
- O estresse influencia meus níveis de colesterol?
- Existem alimentos que reduzem o colesterol?
- Se há pessoas na minha família que têm colesterol alto, isto significa que eu também vou ter? 
- O que mudar na dieta de meus filhos para ajudar a manter o colesterol deles sob controle? 
Fontes:
National Institute of Health
National Heart, Lung and Blood Institute
Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Cholesterol in Adults (Adult Treatment Panel III) Final Report
IV Diretriz Brasileira Sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia
colesterol é considerado fora dos limites normais quando o colesterol total é igual ou superior a 240mg/dl e/ou quando o colesterol bom (HDL) está abaixo de 40mg/dl.
O colesterol alto faz com que a gordura seja depositada nas paredes dos vasos sanguíneos e, com o tempo, pode ocorrer diminuição do fluxo de sangue em regiões importantes do corpo, como cérebro, coração e rins. Além disso, estas pequenas placas de ateroma aderidas ao vaso podem eventualmente soltar-se e causar uma trombose ou mesmo um acidente vascular cerebral.

Dieta para o colesterol alto

A dieta para baixar o colesterol alto deve conter alimentos ricos em vitaminas e minerais, com pouca quantidade de gordura. Além disso, é importante consumir alimentos que ajudem a diminuir o colesterol, tais como:
  • Alho e cebola
  • Berinjela
  • Água de coco
  • Alcachofra
  • Linhaça
  • Pistache
  • Chá preto 
  • Chá vermelho
Deve-se escolher 1 dos alimentos acima e consumi-lo, diariamente, como forma de remédio caseiro. Ao enjoar dele, pode-se trocar por outro desta mesma lista. Todos estes alimentos são considerados fitoterápicos e ajudam a baixar o colesterol alto.

O que evitar em caso de colesterol alto

Em caso de colesterol alto, recomenda-se evitar o consumo de alimentos:
  • Fritos
  • Muito condimentados
  • Preparados com algum tipo de gordura, como a gordura vegetal ou o óleo de palma, por exemplo
  • Manteiga, margarina
  • Massa folhada
  • Fast food
  • Carnes vermelhas
  • Bebidas alcoólicas
  • Alimentos muito doces

Colesterol alto na gravidez

É normal haver uma ligeira subida nos valores do colesterol durante a gravidez.
Para controlar o colesterol alto na gravidez não há necessidade de tomar de medicamentos, basta seguir uma boa dieta, com pouca quantidade de gordura e praticar algum tipo de atividade física leve, como a caminhada, por exemplo.

Causas do colesterol alto

As causas do colesterol alto são a alimentação rica em gorduras e o sedentarismo. Excesso de bebidas alcoólicas, cirrose instalada, diabetes não tratada, doenças hormonais e porfíria também são algumas outras causas para o colesterol alto.

Possíveis consequências do colesterol alto

O colesterol alto pode causar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como "entupimento" das artérias, a formação de trombos e a liberação de êmbolos. Como não apresenta sintomas, o indivíduo pode sofrer um ataque cardíaco em virtude de um trombo que se iniciou devido ao colesterol alto. Para diminuir estes riscos, recomenda-se que o tratamento para o colesterol seja iniciado o mais rápido possível.

Tratamento para colesterol alto

O tratamento do colesterol alto pode ser feito de forma caseira e natural. Basta seguir corretamente a dieta para baixar o colesterol, investindo numa alimentação rica em frutas, verduras, legumes e carnes magras, como peixe e frango, por exemplo.
Praticar atividade física 3 vezes por semana ajuda a emagrecer e a gastar esta gordura acumulada, diminuindo naturalmente o colesterol e o risco de doenças cardíacas. Pode ser qualquer atividade, desde jogar futebol com os amigos, caminhar, nadar ou fazer yoga. Porém, é importante que esta atividade seja feita por, no mínimo, 40 minutos, 3 vezes por semana. Realizar exercícios somente no fim de semana não traz os mesmos benefícios.

Triglicerídeos Altos

Os triglicerídeos são um tipo de gordura presente no sangue que quando encontra-se elevado, aumenta o risco de doenças cardíacas e de derrame, principalmente quando o colesterol também está alto.Os triglicerídeos são considerados altos quando seus valores são iguais ou superiores a 150ml/dl em jejum, e por isso, quem sofre com este mal deve ter o cuidado de seguir corretamente o tratamento proposto pelo médico e a dieta orientada pelo nutricionista.

Os triglicerídeos baixos geralmente estão relacionados a desnutrição, má-absorção de nutrientes e  hipertireoidismo.

Sintomas de triglicerídeos altos

Os sintomas de triglicerídeos altos nem sempre estão presentes, no entanto, alguns sinais que podem indicar que os triglicerídeos estão elevados são:
  • Acumulo de gordura na barriga e em outras regiões do corpo;
  • Pequenas bolsas de cor pálida que se formam na pele, especialmente próximo aos olhos, cotovelos ou dedos, chamadas cientificamente de xantelasma.
Normalmente o que causa os triglicerídeos altos são a má alimentação e o sedentarismo, mas existem outros fatores como a toma de medicamentos e doenças genéticas.
As consequências dos triglicerídeos altos podem ser:
  • Aterosclerose
  • Pancreatite
  • Esteatose hepática
  • Derrame cerebral (AVC)
  • Isquemia cerebral.
Um ótimo remédio natural para baixar os triglicerídeos é comer 1 laranja com bagaço todos os dias. O bagaço da laranja é rico em fibras solúveis que ajudam naturalmente a baixar a quantidade de gordura no sangue.

O que fazer para baixar os triglicerídeos altos

O que se pode fazer para baixar os triglicerídeos altos é uma dieta alimentar e prática regular de exercícios físicos.
Em caso de triglicerídeos altos, recomenda-se comer:
  • Alimentos saudáveis, como saladas, legumes, verduras, grãos, carnes magras, queijo branco
  • Evitar o açúcar, substituindo-o por adoçante sempre que possível 
  • Trocar os doces por frutas frescas
Cerca de 80% dos triglicerídeos presentes na circulação sanguínea provêm da alimentação, por isso, alimentar-se de forma saudável é fundamental para o sucesso do tratamento.

Triglicerídeos altos na gravidez

Ter os níveis de  triglicerídeos altos na gravidez é normal. Durante esta fase é normal os triglicerídeos triplicarem, mas mesmo assim é importante a prática regular de atividade física e diminuir o consumo de gorduras e de carboidratos e açúcar.

Triglicerídeos

O que são triglicerídeos e como afetam as artérias?
Os triglicerídeos são a principal gordura originária da alimentação, mas podem ser sintetizados pelo organismo. Altos níveis de triglicerídeos (acima de 200) associam-se à maior ocorrência de doença coronariana, muito embora altos níveis de triglicerídeos costumem acompanhar-se de baixos níveis de HDL, sendo, portanto difícil apontar o verdadeiro “vilão”: se o triglicerídeo alto ou se o HDL baixo”.
A ingestão de gordura, doces e álcool pode elevar os triglicerídeos, razão pela qual deve-se medir sua concentração no sangue após 12 horas de jejum. Triglicerídeos muito altos, acima de 400-500, podem causar inflamação do pâncreas (pancreatite) e devem, pois, ser tratados agressivamente com dieta
Qual o tratamento para níveis elevados de colesterol e triglicerídeos?
Para começar, dieta, exercícios físicos e perda de peso constituem o tripé insubstituível mesmo para quem precisa de remédios para baixar o colesterol. A redução da ingestão de colesterol e gorduras saturadas e o aumento no consumo de fibras podem reduzir em 10 a 15% os níveis sangüíneos de colesterol e em 15 a 20% os de triglicerídeos. Caso os níveis elevados persistam com a dieta, indica-se  medicamento.
Fonte: Sociedade de Cardiologia do RJ
Alimentos permitidos:
- Leite desnatado, ricota, queijo fresco;
- Iogurte ou coalhada desnatados;
- Carnes magras (coxão duro, patinho);
- Peito de frango;
- Filé de peixe;
- Óleo de girassol ou canola;
- Cereais (arroz, trigo, centeio, cevada), macarrão sem ovos de preferência integrais;
- Feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha seca;
- Frutas, gelatina dietética;
- Verduras e legumes;
- Margarina “Becel”,  “Milla”  ou light;
- Requeijão light;
- Pães: quantidade moderada.
Alimentos proibidos:
- Leite integral, tipo A ou B, queijos gordurosos (amarelos e requeijão);
- Manteiga, margarina, creme de leite;
- Carnes gordas, enlatados;
- Crustáceos (camarão, lagosta), frutos do mar;
- Frios (presuntos, mortadela, etc.);
- Miúdos (fígado, coração, rim);
- Enlatados (salsicha, lingüiça);
- Açúcar, chocolate,  coco;
- Óleo de amendoim;
- Bacon, toucinho, banha;
- Biscoitos amanteigados, cremosos e recheados;
- Bebidas alcoólicas;
- Frituras, gratinados e preparações sauté;
- Torta, pastéis, pizzas, doces;
- Maionese, chantilly;
- Gema de ovo;
- Molhos prontos, caldo de carne.
Recomendações:
- Utilizar adoçante artificial em substituição ao açúcar;
- Aumentar a ingestão de verduras cruas, legumes e frutas com bagaço, grão integrais, farelos, aveia;
- Ingerir de 2 a 3 litros de água por dia.
HOSPITAL DE CLINICAS SÃO PAULO.