terça-feira, 2 de setembro de 2014

Curiosidades, você sabia?

                                        

10 curiosidades interessantes sobre o pulso humano

Um dos métodos mais antigos empregados para monitorar a saúde humana é a medição manual da frequência cardíaca através do pulso. Contudo, não pense que a pulsação é interpretada da mesma forma por todo mundo, apenas como algo relacionado com os batimentos do coração. Na verdade, diferentes culturas levam diferentes aspectos em consideração, resultando em métodos bem curiosos de diagnóstico.

Na medicina tradicional chinesa, por exemplo, existem 12 tipos de pulso diferentes — consistindo em seis para cada punho —, e cada um está relacionado com diferentes órgãos. Já a medicina ayruvédica, desenvolvida na Índia há milhares de anos, interpreta o padrão do ritmo cardíaco como uma indicação sobre o equilíbrio dos três “doshas”, ou seja, das energias básicas que influenciam a alma e o corpo. Confira a seguir mais curiosidades interessantes:
                                               
1 – Os antigos egípcios mediam a pulsação em diversas partes do corpo, pois acreditavam que o coração — considerado por eles como fonte de todas as emoções, sabedoria, memória etc. — se comunicava através de todos os membros;
2 – Já os gregos antigos — como o famoso médico Herófilo — consideravam quatro características na hora de tomar o pulso de um paciente: frequência, força, ritmo e duração;
3 – Com o tempo, os médicos começaram a questionar o que as características consideradas pelos gregos significavam exatamente, e como elas podiam ser interpretadas corretamente através do toque dos dedos. Assim, no século 18, um médico inglês começou a medir as pulsações durante períodos de 1 minuto, inventando uma técnica rudimentar de monitorar a frequência cardíaca;

4 – As técnicas desenvolvidas pelos chineses que, como mencionamos, consideram 12 tipos de pulsos diferentes, começaram a surgir durante a Dinastia Han — de 206 a.C. a 220 d.C. — e hoje em dia contam com o suporte de tecnologias como o eletrocardiograma para fornecer diagnósticos;
5 – A antiga medicina islâmica, também conhecida como Unani Tibb, se baseou em elementos das tradições gregas, chinesas e ayruvédicas para desenvolver seus próprios métodos de diagnóstico. Assim, médicos como Avicena e Al-Razi se preocuparam em descobrir quais eram as relações entre pulsação e doenças, e inclusive existe uma lenda de que Avicena usava seu talento em medir a frequência cardíaca como detector de mentiras;
6 – Outro conto interessante envolvendo médicos islâmicos do passado se refere a um clínico que nem sequer precisava tocar seus pacientes para medir as pulsações. Segundo a história, ele colocava um fio ao redor do punho do doente e sentia as vibrações produzidas pelos batimentos;
7 – Como a interpretação das pulsações requer bastante habilidade e sensibilidade, alguns médicos gregos da era medieval chegaram a estudar música para melhorar suas técnicas;
8 – De acordo com a OMS, o coração humano deve bater em uma frequência entre 60 e 100 vezes por minuto. Aliás, o coração de um adulto saudável bate aproximadamente 100 mil vezes por dia, 36 milhões de vezes por ano e, aos 70 anos de idade, ele terá batido cerca de 2,5 bilhões de vezes;
9 – A frequência cardíaca das mulheres normalmente é mais rápida do que a dos homens;
10 – Um estudo recente realizado por cientistas suecos demonstrou que quando um coral canta, seus ritmos cardíacos ficam sincronizados.
                                             
20 CURIOSIDADES SOBRE SAÚDE QUE VOCÊ TALVEZ NÃO CONHEÇA:

Porque choramos ao descascar cebola? Será que comer banana realmente ajuda a evitar cãibras? Afinal, qual a verdadeira causa do soluço? Sem dúvida, o corpo humano é cheio de mistérios. Mas acredite, há explicação para qualquer ação e reação que produzimos. Veja algumas dessas curiosidades, que nós selecionamos para você!

1 O QUE CAUSA O SOLUÇO?

O soluço é um problema ligado ao sistema nervoso e pode ser gerado por vários motivos bem diferentes, como por exemplo, a ingestão de bebidas com gás, mudanças súbitas de temperatura, depressão e até pneumonia. O tipo mais comum de soluço, que passa depois de alguns minutos, é causado por uma irritação no nervo frênico, responsável pelo movimento do diafragma, músculo que controla nossa respiração. Assim, quando o estômago fi ca cheio, esse nervo é pressionado e a reação do diafragma é se contrair. Dessa forma, a laringe, que fi ca na garganta, bloqueia o ar que vai da boca para os pulmões e faz com que as cordas vocais vibrem. Isso também explica porque costumamos beber água ou prender a respiração quando estamos com soluço. São formas de fazer o diafragma voltar ao seu ritmo normal.

2 COMER BANANA AJUDA A EVITAR CÃIBRAS?

A cãibra é uma contração involuntária e dolorosa dos músculos, que pode durar segundos ou, em casos mais raros, alguns minutos. Muitas pessoas acreditam que a melhor maneira para evitá-las é ter uma dieta rica em bananas e potássio, mas, isso não pode ser seguido à risca. De fato, a falta de potássio pode até causar cãibras, mas seu principal sintoma é fraqueza ou paralisia dos músculos. Por isso, ter uma alimentação balanceada em cálcio e magnésio é mais relevante para prevenir esses espasmos.

3 POR QUE SENTIMOS MAIS FOME NO FRIO?

É só o inverno chegar que passamos a sentir mais fome que o normal. Isso acontece porque durante as estações mais frias do ano, o corpo precisa trabalhar mais para produzir calor e manter a temperatura interna na casa dos 37°. Esse gasto de energia causa sensação de fome, já que precisamos ingerir mais calorias para compensar o trabalho extra. O problema, porém, é que a maioria das pessoas opta por alimentos ricos em açúcar e gordura e se depara com quilos a mais quando o frio acaba.

4 POR QUE SENTIMOS O OLHO PULSAR ÀS VEZES?

Sentimos o olho pulsar por uma contração involuntária no músculo da pálpebra, chamada de Blefaroespamo. Funciona como se fosse uma cãibra. Essa reação pode surgir por cansaço, estresse, consumo excessivo de cafeína ou pouca lubrificação no globo ocular. O tremor costuma passar sozinho, mas é possível amenizá-lo com uma massagem leve nos olhos e repouso das pálpebras.

5 POR QUE A PICADA DE PERNILONGO COÇA?

Sentir coceira após ser picado por um inseto é uma reação alérgica do organismo para proteger o corpo. Quando o pernilongo pica, libera anticoagulante, saliva e outras substâncias. Como reação, o corpo libera histamina, uma substância que causa vermelhidão, mas aumenta as células que protegem o local. O problema é que essa substância causa coceira e em alguns casos é preciso tomar um anti-histamínico para controlá-la.

6 POR QUE FICAMOS ARREPIADOS?

O arrepio é uma reação do organismo e acontece normalmente quando estamos com frio ou medo. No caso do frio, o arrepio é consequência das contrações musculares e ajuda a evitar a perda de calor do corpo. Assim, os pelos ficam erguidos e funcionam como isolante térmico. Já no caso do medo, o arrepio é uma herança dos tempos primitivos. Toda vez em que um animal se sente ameaçado, seu sistema nervoso entra em ação, deixando os pelos eriçados para mostrar para ao seu oponente que é maior e mais forte do que ele imagina.

7 POR QUE ESPIRRAMOS?

Espirrar nada mais é que um ato involuntário, com jato de ar bem forte, que pode chegar a 150 km/h. O espirro tem a função de expelir qualquer sujeira que estiver irritando o nariz. Por isso, mesmo que às vezes você queira prender o ar para ão fazer barulho em público, nem sempre é possível. Quando uma poeira ou fumaça entra no nariz, o cérebro interrompe a respiração normal, faz todos os músculos ligados à respiração se contraírem e empurra o ar para fora com toda força. Para que saia com mais pressão, o ar dos pulmões é bloqueado pela glote no início do espirro e liberado em seguida.

8 POR QUE O CABELO FICA BRANCO?

Os fios de cabelo se despedem da cor original e se tornam brancos assim que os melanócitos, células localizadas na raiz dos fios, começam a perder a capacidade de produzir melanina. Vale lembrar que a melanina é a pigmentação responsável pela coloração dos cabelos e sua produção cai por vários fatores, como mudanças hormonais e envelhecimento.

9 POR QUE OS DEDOS FICAM ENRUGADOS NA ÁGUA?

Quem nunca ficou com a pele enrugada após sair da piscina ou tomar um banho quente? Isso acontece porque a epiderme, camada de pele que fica em contato com o meio externo, é composta por queratina, uma proteína que forma uma barreira de proteção contra umidade e bactérias. No entanto, quando os dedos fi cam muito tempo em contato com a água, a epiderme, que é bastante permeável, fica encharcada e a pele incha.

10 POR QUE PISCAMOS?

Piscar é uma forma de proteger e lubrificar os olhos. O corpo produz uma lágrima lubrifi cante e as pálpebras abrem e fecham de 15 a 20 vezes por minuto para espalhar esse líquido por toda a região ocular. Normalmente, piscar é um ato involuntário e serve como reflexo para proteger a córnea de sujeiras e agentes externos, como poeira ou fumaça.

11 POR QUE SALIVAMOS QUANDO SENTIMOS VONTADE DE COMER ALGUMA COISA?

Comer é um prazer. Afi nal, quem nunca fi cou com água na boca ao ver um bolo de chocolate? Quando salivamos diante de um prato saboroso é uma maneira de preparar o corpo para a digestão. Dessa forma, a partir do momento em que você observa e sente o cheiro da comida, o cérebro fi ca em alerta e manda um estímulo que aciona as glândulas salivares, responsáveis por decompor os alimentos.

12 POR QUE SAEM LÁGRIMAS DOS OLHOS QUANDO DESCASCAMOS CEBOLA?

A cebola libera alguns gases quando cortada. Esses gases entram em contato com a água dos olhos e provocam sensação de ardência no globo ocular. Para se defender da irritação, as glândulas lacrimais são ativadas, lavam os olhos e removem essas substâncias. Vale lembrar que, nesses casos, a dica é descascar as cebolas dentro de uma vasilha com água para impedir que os gases viagem pelo ar.

13 POR QUE BOCEJAMOS QUANDO VEMOS OUTRA PESSOA BOCEJAR?

Não se sabe ao certo porque bocejamos, mas a teoria mais aceita é que essa é uma forma de capturar mais oxigênio e aumentar a frequência cardíaca. Por isso, o bocejo é uma ação involuntária do organismo para despertar ou fazer com que o corpo entre em alerta. Mas afinal, por que bocejamos quando vemos outra pessoa fazendo o mesmo? Normalmente, isso acontece porque estamos vivendo uma situação parecida com a primeira pessoa que bocejou. Assim, ao ver alguém fazer este ato, nosso cérebro percebe que também precisa ficar em alerta e repete a ação.

14 POR QUE FECHAMOS OS OLHOS PARA ESPIRRAR?

O espirro serve para eliminar qualquer sujeira que estiver no nariz com um jato forte de ar. Quando ele acontece, gera impulsos motores que contraem vários músculos do corpo, inclusive o orbicular, que fica na pálpebra e é responsável pelo abrir e fechar dos olhos. Por isso, é impossível espirrar com os olhos abertos, já que esse é um movimento involuntário do corpo.

15 POR QUE NÃO NOS LEMBRAMOS DE QUANDO ÉRAMOS BEBÊ?

Por mais que seja uma fase importante na vida, não conseguimos lembrar dos meses que passamos no útero, tampouco de quando éramos bebê. Isso acontece porque até os dois anos e meio de idade nossa memória está em formação e, por mais que passamos por situações extremamente boas ou ruins, não conseguimos recordar. A memória ainda não está completamente desenvolvida, a ponto de poder reter informações da vida intrauterina e da primeira infância.

16 POR QUE O CORAÇÃO FICA ACELERADO EM SITUAÇÕES DE PÂNICO?

Quando sentimos medo ou passamos por uma sensação de pânico, nosso coração dispara porque o organismo libera hormônios como a adrenalina e a dopamina, que ativam o sistema nervoso. Essa descarga de adrenalina é responsável pela aceleração dos batimentos cardíacos e tremores.

17 POR QUE MULHERES GRÁVIDAS TÊM DESEJO?

As mulheres grávidas não têm desejo. O que pode acontecer é uma mudança na alimentação. Na maioria das vezes estes desejos são movidos por questões emocionais ou mesmo por brincadeiras. A mulher pode ter de fato alteração do paladar, preferindo alimentos que antes não gostava e rejeitando alimentos que sempre gostou.

18 POR QUE OS HOMENS NÃO TÊM CELULITE?

Ainda que as mulheres lutem com todas as forças contra a celulite, esse problema raramente atinge o corpo masculino. E isso acontece por conta das diferenças hormonais. As mulheres liberam estrogênio, hormônio que faz a gordura se concentrar nos quadris e coxas e provoca a retenção de líquidos. Como os músculos são mais fortes nessa região, os furinhos costumam surgir. Por outro lado, os homens produzem testosterona, hormônio que faz a gordura se concentrar na região abdominal, onde a musculatura é menos firme e a celulite dificilmente aparece.

19 O QUE CAUSA AS OLHEIRAS?

Cansaço, noites mal dormidas ou fatores hereditários podem causar olheiras, aquela camada escura que fica abaixo dos olhos e incomoda tanto as mulheres. Isso acontece porque abaixo da pálpebra inferior há uma camada de gordura que sustenta e mantém a pele esticada. No entanto, quando estamos cansados, essa camada diminui e a pele fica ligeiramente enrugada, o que deixa a região mais escura e causa as olheiras.

20 POR QUE AS MULHERES TÊM TPM?

Não há dúvidas de que as mulheres ficam mais sensíveis antes de menstruar. As mudanças hormonais e externas influenciam nesse comportamento. Ainda é um mistério esta razão da existência da tensão pré-menstrual. Acredita-se que exista uma relação com questões hormonais, meio social e profissional e predisposição pessoal. O conjunto de situações mais estressantes neste período pré-menstrual pode acentuar a TPM.
Fonte: www.terra.com/saude



sexta-feira, 8 de agosto de 2014

BEM ESTAR!!! ALERGIAS!!!!!! Saiba Mais!!!!!

   Bem Estar          





Micoses, brotoejas, dermatite atópica e alergias são causas de coceira:                             


A coceira é um sintoma e um sinal de alerta que pode indicar que há algo acontecendo com o organismo.

Existem, no entanto, diversas causas para ela que podem ser desde problemas muito simples a doenças mais graves, como renais ou do fígado, por exemplo, como alertaram as dermatologistas Márcia Purceli e Denise Steiner no Bem Estar desta terça-feira (26).
As médicas explicaram que micoses, alergias, brotoejas, picadas de inseto, dermatite atópica  e até mesmo a pele seca são alguns exemplos que podem fazer o corpo coçar – porém, dependendo da situação, existe uma solução específica. De maneira geral, no entanto, a recomendação é evitar coçar muito a região para não causar lesões e infecções.
A brotoeja, por exemplo, uma dermatite inflamatória causada pela obstrução das glândulas sudoríparas, impede a saída do suor e causa, além de coceira, queimação. Se o paciente coça, podem aparecer pequenas lesões e crostas em regiões como tronco, pescoço, axilas e dobras da pele. Mais comum em crianças no verão, as brotoejas aparecem geralmente por causa de ambientes quentes e úmidos, excesso de roupas e agasalho e até pela febre alta - nesse caso, a dica é tomar banho com amido de milho na concentração de 1 colher de sopa para 2 litros de água, como recomendaram as médicas.
Coceira Bem Estar (Foto: Arte/G1)
Para quem sofreu uma picada de inseto, a recomendação é colocar gelo ou alguma pomada.De acordo com a dermatologista Márcia Purceli, a secreção do inseto que fica na pele é o que causa a coceira e o organismo reage como se fosse uma alergia - em alguns casos, a pele pode até inflamar. Como lembrou a dermatologista Denise Steiner, o uso de repelente é uma maneira eficaz de se proteger contra as picadas.Outra causa de coceira é a micose, que são manchas brancas ou vermelhas que podem aparecer nas axilas, virilhas e entre os dedos das mãos e pés. Existem vários tipos de micose, mas todos causados por fungos. Segundo a dermatologista Márcia Purceli, o problema é mais comum nos homens e a virilha é a região que mais coça. Geralmente o tratamento dura 30 dias com o uso de antimicótico, mas para evitar a coceira, a dica é secar bem a região e usar roupa de algodão.
Micose 2 (Foto: Arte/G1)
Existe ainda a dermatite de contato, que são as alergias, causadas por determinadas substâncias em pessoas que têm sensibilidade a elas. Por causa disso, surgem lesões avermelhadas que coçam. Segundo as médicas, é importante descobrir a substância responsável pela dermatite, como níquel, borracha, roupas e calçados, cosméticos, perfumes, loções e até mesmo plantas, por exemplo. Se for o caso, a dica é evitar o contato com esses produtos.
Fora a dermatite de contato, há também a dermatite atópica, um processo inflamatório crônico da pele caracterizado por lesões avermelhadas que coçam muito e descamam. Geralmente, essas lesões aparecem no rosto das crianças pequenas e nas dobras do joelho e cotovelos das crianças maiores e adultos, mas segundo a dermatologista Denise Steiner, a maioria dos casos da doença melhora após a puberdade.Ainda não se sabe o que causa a dermatite atópica, mas existem evidências de que a genética e o histórico familiar de atopias influenciam.Para quem já tem a doença, alguns fatores de risco podem desencadear as crises, como frio intenso, ambiente seco, calor e transpiração, estresse emocional e até a poeira, como é o caso da pequena Ana Luiza Cavalcante de Araújo, de 6 anos, mostrada na reportagem da Daiana Garbin(veja no vídeo acima).Segundo a dermatologista Denise Steiner, quem tem dermatite atópica pode levar uma vida normal e, como a pele costuma ficar muito seca, deve se preocupar também em se hidratar. Isso porque a pele seca perde sua barreira de proteção, o que contribui para a coceira. Para evitar isso, a dica é hidratar a pele com óleo de amêndoa e vaselina, não usar a bucha e não tomar banho muito quente ou demorado.Por último, as médicas falaram sobre a dermatite seborreica, mais conhecida como caspa. Se o paciente coça muito a cabeça, pode ser um sinal de alerta dessa inflamação, que surge com o excesso de oleosidade no couro cabeludo.A dica é usar shampoo anticaspa todos os dias, mas como ele não limpa o cabelo, é bom depois lavá-lo normalmente com shampoo e condicionador normais.
Vitiligo
O Bem Estar desta terça-feira (26) falou ainda sobre vitiligo, uma doença de pele autoimune genética, geralmente desencadeada por problemas emocionais, como mostrou a reportagem da Danielle Borba, de Sorocaba, no interior de São Paulo (veja no vídeo abaixo).Manchas brancas aparecem pelo corpo e podem aumentar quando o paciente passa por uma situação que abala o emocional, como uma separação, a perda de um parente ou até a chegada de um novo irmão, no caso das crianças, por exemplo.Segundo as dermatologistas, é fundamental que o paciente procure algo que lhe faça bem para evitar o estresse, como terapia, atividade física, meditação ou ioga, por exemplo. Em alguns casos mais graves, é preciso tratar com corticoide e imunosupressores.
                                                        

                                               ALERGIAS:
A Alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a uma substância estranha ao organismo, ou seja uma hipersensibilidade imunomediada a um estímulo externo específico.

O organismo capaz de apresentar uma reação de hipersensibilidade diz-se estar sensibilizado. As reações alérgicas, sendo reações imunológicas, são extremamente específicas, reagindo o organismo sensibilizado exclusivamente ao determinante antigênico usado como imunógeno ou uma estrutura semelhante. As reações de hipersensibilidade foram bem cedo separadas em dois tipos diferentes, de acordo com o tempo decorrido entre o contato do organismo sensibilizado com o antígeno e a visualização macroscópica do fenômeno alérgico. Assim, enquanto as chamadas reações de hipersensibilidade imediata exigem apenas minutos para seu aparecimento, as reações de hipersensibilidade tardia só se desenvolvem depois de muitas horas. Hoje, embora esse critério de tempo de aparecimento continue válido para a classificação das reações de hipersensibilidade, sabe-se que diferenças mais importantes separam os dois tipos. Assim, enquanto as reações do tipo imediato incluem todas as reações reproduzíveis por um ou outro dos vários tipos de anticorpos presentes no soro e, consequentemente, podem ser transferidas de um indivíduo para o outro por anti-soro, as reações do tipo tardio dependem de linfócitos e, portanto, não são transmissíveis por anti-soro, mas somente por células. A transferência por meio de células de um estado de imunidade denomina-se imunização adotiva, porque o organismo receptor adota as células do doador, as quais lhe conferem a imunidade adquirida no outro organismo. No caso de transferência por células de um estado de hipersensibilidade, diz-se haver sensibilidade adotiva. Tanto a imunidade quanto a sensibilização adotiva somente são possíveis entre indivíduos isogênicos.(É possível à transferência de células alogênicas que, entretanto, sobrevivem por um período curto.) Note-se que, enquanto a hipersensibilidade tardia é transferível por anticorpos ou células.

Classificação

O esquema adiante resume a classificação dos diversos tipos de hipersensibilidade. As reações de hipersensibilidade imediatas incluem a anafilaxia, as reações citotóxicas e as reações devidas a determinados tipos de complexos antígeno-anticorpo em consequência qual produzem-se alterações nos tecidos. Note-se que, enquanto na anafilaxia o anticorpo está associado às células provando respostas dessas ao reagirem com o antígeno, nas reações citotóxicas, o antígeno é que se encontra associado às células. Nas reações devidas a complexos antígeno-anticorpo, nem o antígeno o anticorpo se encontram previamente associados às células, ocorrendo a reação após combinação do antígeno com o anticorpo livre. Além disso, enquanto as duas reações dependem da reação de complemento, as reações anafiláticas acontecem sem a participação desse sistema. Existem evidências demostrando que, em quase todas as reações, a resposta do organismo é divida à ação de substâncias formadas ou liberadas do tecido pela reação do antígeno-anticorpo. Essas substâncias, que usualmente possuem intensa atividade farmacológica, são denominadas mediadores farmacológicos químicos ou simplesmente mediadores.
                                                              

Alergia a alimentos pode provocar reações graves e até levar à morte
Amendoim, crustáceos, nozes e leite são os que mais provocam reações.
Língua dormente é sinal de alerta e alérgico deve ir rapidamente ao médico.
Você já comeu algum alimento que te causou inchaço ou coceira nos lábios, diarreia, vômitos ou até mesmo rouquidão? Isso pode ter sido um sinal de alergia alimentar, uma resposta exagerada do organismo a determinada substância presentes em certos alimentos.
Crustáceos, amendoim, leite de vaca e nozes são os campeões que mais provocam reações graves nas pessoas, como explicou o alergista Fábio Castro no Bem Estar desta quarta-feira (6).
Quem é alérgico pode, portanto, ter reações na pele (urticária, inchaço, coceira e eczemas), no aparelho digestivo (diarreia, dores abdominais e vômitos) e também no sistema respiratório (tosse, rouquidão e chiado no peito). Porém, em casos mais graves, pode levar também a uma queda da pressão arterial a zero e arritmia cardíaca, o que prejudica a irrigação de vários órgãos – o chamado choque anafilático - e, por isso, o paciente deve ficar atento aos sintomas.
Esse choque é uma reação súbita que ocorre em poucos minutos e que pode até mesmo levar à morte. A dica do alergista Fábio Castro é perceber os primeiros sinais - no caso de língua dormente, por exemplo, o paciente deve tomar um remédio anti-histamínico e ir imediatamente ao hospital.
Por isso, quem tem alergia a algum alimento deve obrigatoriamente evitá-lo. Se o alimento que causa a reação for extremamente importante para o organismo, como por exemplo, o leite, a pessoa deve procurar orientação médica para conseguir repor a falta desse nutriente.
Existem casos também de pessoas que têm reações apenas pelo fato de tocar ou sentir o cheiro do alimento. Nos adultos, é mais comum que eles sejam alérgicos a frutos do mar e frutas tropicais, como kiwi, manga, pêssego e banana. Já as crianças costumam ter alergia a leite, trigo e ovo – porém, esse problema pode desaparecer sozinho após os 3 anos de idade. As chances dos pequenos serem alérgicos aumenta em quase 80% se o pai e a mãe também forem.
Os médicos alertaram também que os alimentos podem provocar reações cruzadas, ou seja, o paciente alérgico a camarão pode também não tolerar outros crustáceos, da mesma maneira que se ele tiver alergia ao amendoim, pode também não conseguir comer soja, ervilha ou outros feijões.
Por isso, quem é alérgico deve tomar muito cuidado na hora de comer fora e perguntar sempre se o prato não tem algum alimento que possa causar alguma reação. Isso porque até um mínimo rastro já é suficiente para fazer mal – por exemplo, se o alérgico a camarão comer uma batata que tenha sido frita no mesmo óleo, ele pode ter reação.
Existem casos também em que a manifestação da alergia ocorre imediatamente após o contato do alimento com a mucosa da boca. Nesses casos, o paciente pode ter coceira e inchaço nos lábios, palato e faringe. Segundo o alergista Fábio Castro, isso é mais comum em quem tem alergia a pólens ou alimentos como melão, melancia, banana, pêssego, cereja, batata, cenoura, ameixa, amêndoa, avelã e aipo.
O paciente que tem dúvida se tem alergia a determinado alimento deve procurar um médico. A principal maneira de identificar o problema é através do exame clínico, mas existem outros que também podem ajudar no diagnóstico, como os de sangue, testes cutâneos e também algumas provocações, que são feitas com cápsulas de placebo e com alimentos que podem ser a causa da alergia.
Porém, é importante que esse último exame seja feito em um hospital com médicos especializados já que a pessoa pode ter uma reação anafilática.
Além da alergia alimentar, o paciente pode ter também intolerância ou intoxicação – todos têm sintomas semelhantes, mas os mecanismos e tratamentos são diferentes.
Por exemplo, no caso da intoxicação, o problema é causado por bactérias e fungos presentes nos alimentos e o paciente pode ter, além da diarreia e vômito, febre. Já a intolerância provoca distensão abdominal e, assim como nos outros dois casos, também causa diarreia e vômito se a pessoa ingerir o alimento.

Segundo os médicos, a alergia alimentar não pode ser evitada com medicamentos. Se for diagnosticada, o paciente deve tratá-la com anti-histamínicos durante as crises.


Reações de Hipersensibilidade
Mediadas por anticorpos
Mediadas por Linfócitos T
anafilaxia
Reações por complexos imunes
Devidas as infecções bacterianas, vírus e parasitos.
Devido a proteína purificada
Devido a substância química simples(dermatite de contato)

Imunoglobulina E

A imunoglobulina é uma proteína que exerce importante papel no corpo humano. É ela que vai dar início a um complexo sistema de defesa contra infecções e ataques de vírus e bactérias. A imunoglobulina tem função de mensageira. Liberada na circulação sanguínea, ela percorre o organismo e ao deparar-se com o agente agressor para o qual ela foi especificamente feita, fixa-se nele e promove a liberação de histamina, que é a responsável pelos sintomas.

Sintomatologia
O alérgico pode apresentar um ou vários dos sinais abaixo, conforme a patologia.

Asma:
Tosse repetitiva
Dispneia (falta de ar)

Rinite:
Espirros em salva (vários espirros seguidos)
Nariz obstruído, com respiração pela boca.
Coriza (secreção nasal aquosa e fluida)

Prurido nasal.
Lacrimejação dos olhos


Dermatite Atópica:
Lesões descamativas, principalmente em locais de dobras do corpo (anterior do cotovelo, posterior do joelho e pescoço) e couro cabeludo.
Alimentos, ferroadas de himenópteros, medicamentos e látex.

Urticárias:
Angioedema (inchaço) em qualquer parte do corpo.

Anafilaxia
Dermatite de Contato níquel, cobalto, cosméticos e outros.
Eczema
Prurido

RINITE:

Rinite é um termo médico que descreve a irritação e inflamação crônica ou aguda da mucosa nasal. É uma doença que pode ser causada tanto por vírus como por bactérias, embora seja manifestada com mais freqüência em decorrência de alergia, ou por reações ao pó, fumaça. A inflamação decorrente da rinite resulta na produção excessiva de muco, gerado pelo acúmulo da histamina, o que ocasiona o escorrimento nasal, sintoma mais típico da rinite. 

Tipos 

O ácaro 
é considerado o principal causador de alergia respiratória nos seres humanos.
A rinite pode ser não-alérgica ou alérgica. A não-alérgica é geralmente causada por inflamação que não decorre de alergia ou por problemas na própria anatomia das vias nasais.Já a rinite alérgica, que é a forma mais comum de rinite, é causada geralmente por alérgenos presentes no ar, como o pólen,ácaro e a própria descamação da pele de animais, mas também pode ser provocada devido a reação alérgica à coceira, produtos químicos, cigarros e remédios.
Sintomas

Escorrimento de secreção do nariz, entupimento nasal, alergia e ardor nos olhos, espirros constantes. Também pode ocorrer tosse, dor de cabeça e falta de ar.
Diagnóstico

O diagnóstico da rinite é feito pelo médico através da anamnese e do exame clínico, com auxílio de exames complementares, como os testes cutâneo-alérgicos, dosagem de IgE específica, rinomanometria, rinometria acústica, citologia de secreção nasal e prova de provocação nasal.
Tratamento

Consiste em afastar as causas como os alérgenos ambientais, no caso da rinite alérgica , na terapia farmacológica (corticosteróides, anti-histamínicos e descongestionantes) e na dessensibilização


Diagnóstico de Alergia 

O diagnóstico de alergia é um diagnóstico eminentemente clínico, que pode ser auxiliado pelos testes cutâneo-alérgicos e por exames laboratoriais. Os testes cutâneo-alérgicos são rápidos e práticos e podem ser feitos no próprio consultório do médico especialista em Alergia e Imunologia e geralmente são suficientes para confirmar o diagnóstico. Quando por qualquer razão, não trouxerem as informações necessárias, o especialista pode solicitar exames laboratoriais complementares.As análises de alergia no sangue podem ajudar a confirmar/excluir alergia e, consequentemente, reduzir reações adversas limitando a evicção e medicação desnecessárias.Um diagnóstico correto, com aconselhamento e medidas de evicção baseados em resultados válidos de testes de alergia, ajudarão a reduzir a incidência de sintomas bem como a medicação e a melhorar a qualidade de vida. O profissional de saúde pode utilizar os resultados dos testes para identificar alergénios específicos, que possam contribuir para os sintomas. Com esta informação, juntamente com a história clínica e o exame físico, o médico pode diagnosticar a causa dos sintomas e definir o tratamento que ajudará o doente a sentir-se melhor. Um resultado negativo pode ajudar o médico a excluir determinadas alergias, de modo a explorar outras possibilidades. Excluir alergias é tão importante como confirmá-las, de modo a reduzir a evicção e preocupação desnecessárias bem como o impacto social negativo
Em geral, todas as crianças com “sintomas alérgicos” persistentes/recidivantes/graves, ou indivíduos com necessidade de tratamento contínuo, devem realizar análises de alergia no sangue, independentemente da idade da criança. Os sinais e sintomas podem incluir manifestações relacionadas com: a pele (ex. eczema, prurido, eritema, urticária aguda ou angioedema) o trato gastrointestinal (ex. inchaço dos lábios/língua, náuseas, cólicas abdominais, diarreia, vómitos) o trato respiratório (ex. prurido nasal, espirros, nariz entupido, tosse, compressão torácica, sibilância, falta de ar) sinais ou sintomas de anafilaxia ou outras reações alérgicas sistémicas
As diretivas emitidas pelo National Institute for Health and Clinical Excellence (NICE), em fevereiro de 2011, oferecem aconselhamento de boas práticas no tratamento de crianças e adolescentes até aos 19 anos de idade, com suspeita de alergias alimentares. As diretivas NICE estabelecem que todas as crianças e adolescentes com suspeita de alergia alimentar IgE mediada devem realizar uma análise de alergia no sangue, bem como o doseamento de anticorpos IgE específicos.

A importância dos testes de monitorização

A alergia muda de forma dinâmica ao longo do tempo, e os doentes podem superar ou adquirir novas alergias. Recomenda-se o rastreio regular dos alergénios relevantes, pois fornece informação sobre se e como a abordagem do doente deve ser alterada, de modo a melhorar a sua saúde e qualidade de vida. As análises anuais são importantes para determinar se as alergias a leite de vaca, ovo, soja e trigo foram superadas; no caso de alergia a amendoim, frutos secos, peixe e crustáceos, o intervalo entre testes é alargado para 2 a 3 anos. Os resultados dos testes de monitorização podem ajudar a decidir se é seguro introduzir ou reintroduzir alimentos alergénicos na alimentação, ou quando será o melhor momento para o fazer. O intervalo para reavaliação depende do alimento específico a que o indivíduo é alérgico, da idade e história clínica do doente.

Análises de alergia

As diretivas NIH para diagnóstico e abordagem da alergia alimentar e da asma, recomendam as análises de alergia no sangue ou testes cutâneos para determinar com segurança a sensibilização alérgica(1, 5). Ambos os testes são muito precisos e têm valor de diagnóstico similar, em termos de sensibilidade e especificidade. Os avanços e aperfeiçoamentos da tecnologia nas análises de alergia no sangue melhoraram a sensibilidade e a exatidão do teste, ao ponto de as análises de alergia no sangue e os testes cutâneos serem considerados intermutáveis.
Para uma análise de alergia no sangue, uma amostra do sangue do doente é levada para o laboratório. O médico examina os resultados do teste para determinar se o doente é alérgico.
Os testes cutâneos envolvem a introdução de uma pequena quantidade de um extracto de alergénio padronizado na camada superior da pele, habitualmente no antebraço. A resultante libertação de mediadores provoca uma pápula característica e uma reação cutânea no doente sensibilizado. O tamanho da pápula é avaliado pelo médico para determinar se o doente é alérgico ou não.
Segundo as Diretivas NICE e os dados de economia na área da saúde os testes cutâneos e as análises ao sangue (doseamento dos anticorpos IgE) são igualmente económicos em termos de custo-benefício face à não realização dos mesmos. Para além disso, diagnósticos mais precoces e precisos poupam custos, ao reduzirem as consultas de clínica geral, o encaminhamento a cuidados secundários, erros de diagnóstico e hospitalizações de urgência.

Análises de alergia no sangue

Uma análise de alergia no sangue é rápida e simples e pode ser solicitada por um profissional de saúde habilitado, por ex. um alergologista, clínico geral ou pediatra. Ao contrário dos tradicionais testes cutâneos, a análise pode ser realizada independentemente da idade, condição de pele, medicação, sintomas, doenças ou gravidez. Adultos e crianças de qualquer idade podem realizar uma análise de alergias no sangue. Em bebés e crianças muito pequenas, uma única picada para uma análise ao sangue é muito menos cruel do que vários testes cutâneos.
Uma análise de alergia no sangue está disponível na maioria dos laboratórios. Uma amostra de sangue do doente é levada para o laboratório para análise e os resultados são dados poucos dias depois. É possível detetar múltiplos alergénios com uma única amostra de sangue. O profissional de saúde aprova os resultados e, juntamente com os sintomas e a história clínica do doente, determina se o doente é alérgico ou não.
As Diretivas NIH estabelecem que: “os testes de quantificação de IgE específica são úteis para identificar alimentos potencialmente causadores de reações alérgicas alimentares IgE mediadas, e os valores de normalidade específicos, definidos como valores preditivos de 95%, são possivelmente mais preditivos que os testes cutâneos com reatividade clínica, em determinadas populações”. Estabelecem ainda que “as análises de IgE específica são muito úteis para detetar a presença de anticorpos IgE específicos, indicando a existência de sensibilização alérgica. Os ensaios com anticorpos marcados por fluorescência possuem sensibilidade comparável aos testes cutâneos, e os níveis absolutos de anticorpos IgE específicos podem estar diretamente relacionados com a verosimilhança da reatividade clínica, comparativamente a testes de provocação oral para identificação de alimentos causadores de alergias alimentares IgE mediadas”.
As análises de alergia no sangue (como ImmunoCAP) realizam-se sem alterações ao procedimento e a padronização de resultados é excelente. Por outro lado, os reagentes e métodos para realização dos testes cutâneos não estão padronizados. Em “Evidence-based Allergy Diagnostic Tests”, Portnoy afirma:
“Embora os testes cutâneos de alergia sejam sensíveis e específicos, são também altamente variáveis. Os resultados dos testes cutâneos num individuo podem diferir consoante a pessoa que o executa, e tendem a variar consoante a altura do dia e a estação do ano, localização do teste no corpo do doente, instrumento utilizado, fonte do extrato e concentração do mesmo. Infelizmente, há muita tradição em torno dos procedimentos para realização e interpretação dos testes cutâneos. Por exemplo, as técnicas podem divergir dependendo do local de formação do clínico e de quem o formou, pois alguns locais realizam apenas testes cutâneos, outros só realizam testes intradérmicos, e outros ainda realizam ambos os testes”.

Tratamento Alergia
O tratamento das reações alérgicas deve ser direcionado aos sintomas, ao afastamento do paciente do alérgeno e, em casos selecionados, a indução de tolerância oral (em Alergia Alimentar) ou Imunoterapia Específica ou (em Alergias Respiratórias e Alergia aos Insetos Himenópteros). Pode-se dividir o tratamento naquele da fase aguda e da fase crônica. Esta divisão é aplicada as reações alérgicas agudas IgE mediadas.

Tratamento sintomático
O tratamento sintomático é feito com anti-histamínicos e corticóides por via endovenosa ou intramuscular. Nos casos de alergias respiratórias pode ser necessário nebulização com beta-adrenérgicos. Medicamentos sintomáticos são prescritos conforme a necessidade de cada pessoa. É necessário também afastar a pessoa do agente que está causando a alergia. No caso de anafilaxia a primeira opção é sempre Epinefrina via intramuscular.

Tratamento curativo

O tratamento curativo é a Imunoterapia Específica ou Dessensibilização. A Dessensibilização é uma forma de imunoterapia onde o paciente recebe doses inicialmente mínimas que gradualmente vão aumentando, com doses progressivas do produto alergênico em questão ou do alérgeno modificado (alergóide)
A Imunoterapia Específica é o único tratamento curativo capaz de modificar o curso natural da doença.