sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

DICAS DE SAÚDE PARA O VERÃO!!!!!

                                             
Uma recente pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) comprova que o acúmulo de partículas e gases nocivos lançados na atmosfera, principalmente nas épocas mais quentes do ano, funciona como gatilho de doenças respiratórias preexistentes.
A poluição, o clima seco e as altas temperaturas, quando somadas, formam uma equação perfeita para o aumento do índice de infecções respiratórias e pneumonias .
O objetivo do estudo foi avaliar a relação entre a concentração diária dos poluentes atmosféricos emitidos pela frota automotiva na cidade de São Paulo e o número de consultas diárias realizadas no serviço de emergência do Hospital São Paulo, ligado à Unifesp.
Durante três anos, foram analisados 177.325 casos, atendidos pelo Serviço de Emergência da instituição. Dentre eles, 137.530 atendimentos foram por doenças respiratórias. Os dados foram fornecidos pelo SAME (Serviço de Arquivo Médico e Estatísticos) da Unifesp ligado ao Hospital São Paulo.
A pesquisa selecionou quatro das doenças mais comuns para uma análise detalhada. Infecção de vias aéreas superiores, como sinusite, faringite, e amidaglite, corresponderam a 72% das admissões. Gripes em geral 12%; pneumonia 9% e asma 7%.
O maior grupo atendido no serviço de emergência foi o de menores de 13 anos. Na sequência, pacientes com idades de 40 a 65 anos, 30 a 39, maiores de 65 e de 13 a 19 anos. Foi significativa a associação do aumento da concentração dos poluentes com a gripe influenza entre jovens de 13 a 19 anos e em idosos maiores de 65 anos. Levantamentos feitos anteriormente em prontos-socorros da capital paulista indicam que em épocas de tempo seco o movimento para o setor de inalação aumenta entre 15% e 30%.
O recorte da longa pesquisa, embora limitado, pode ser usado para ilustrar a realidade de outras capitais. “O tempo seco e a baixa umidade relativa do ar permitem que os poluentes permaneçam mais tempo em suspensão no ar, um fator aditivo que contribui para causar desconforto respiratório na população em geral”, afirma a fisioterapeuta e pesquisadora da Unifesp, Silvia Letícia Santiago.
Para contradizer as estatísticas e diminuir os riscos de doenças respiratórias, Silvia lista cinco dicas simples que podem ser incorporadas ao dia a dia:
1 - Mantenha as mucosas sempre úmidas. Para isso, é preciso ingerir muito líquido. O aconselhavél é três litros de água nos dias muito quentes
2 - Idosos e crianças exigem atenção dobrada, pois a mucosa deles resseca muito mais rápido. O metabolismo do idoso cai com a idade. As crianças gastam muita energia, o que contribui para a perda de umidade. Nem sempre eles pedem água ou dizem estar com sede. Ofereça líquidos com frequência 
3 - Utilize toalha úmida, umidificadores caseiros ou bacias de água nos ambientes mais fechados. No trabalho, um balde de água em baixo da mesa ajuda bastante diminuir a secura do ar
4 - Evite exercícios físicos entre 10h da manhã e 4h da tarde. Nesse período, no verão, a liberação de ozônio é maior. Consequentemte, respiramos mais o poluentes
5 - Fuja de locais fechados. Ambiente arejado, bem ventilado e limpo afasta os riscos de doenças respiratórias

  • Sempre que possível, evite sair nos horários em que o sol estiver a pino, das 10h às 16h. Prefira sair de manhãzinha ou ao entardecer.
  • Use filtro solar, sempre.
  • Evite ficar exposto ao sol, procure caminhar pela sombra.
  • Prefira uma alimentação leve: frutas suculentas, saladas - e, é claro, um sorvetinho para refrescar.
  • Mantenha-se hidratado: beba bastante líqüido, a toda hora. Nem espere a sede reclamar.
  • Evite bebidas com cafeína, álcool ou muito açúcar. Eles vão fazer com que você perca ainda mais líqüido corporal.
  • Facilite a transpiração: use roupas folgadas, de tecidos leves e claros.
  • Uma boa idéia é incluir um chapéu ou boné no figurino.
  • Também não se esqueça dos óculos escuros. Mas não adianta ser qualquer um: ele precisa ter proteção ultravioleta total para evitar queimaduras da córnea e da retina, que causam lesões irreversíveis.
  • Para se refrescar nos momentos mais críticos procure, se puder, um ambiente público (shopping, biblioteca) com ar-condicionado. Mesmo que você não permaneça no local por muito tempo, essa providência vai ajudar a manter seu corpo mais fresco quando você tiver que retornar para o calor.
  • Mas, para aliviar mesmo, nada melhor do que água. De acordo com suas possibilidades, lave rosto, nuca, braços e mãos, tome uma ducha fria, mergulhe na piscina ou tome um banho de mar.
  • Tenha um cuidado ainda maior com bebês e crianças, maiores de 65 anos e pessoas doentes - especialmente cardíacos ou com pressão alta

    • Em ambientes fechados

  • Dentro de casa ou no trabalho, cuide para que haja bastante ventilação. Abra janelas e portas, deixando o ar circular.
  • Ventilador e ar-condicionado garantem alívio. Se puder, use-os.
  • Se estiver em casa, tome duchas frias durante o dia.
  • No trabalho, vá freqüentemente ao banheiro lavar mãos, rostos, nuca e braços.Na hora de malhar
  • Sempre que possível, diminua a freqüência e a intensidade do esforço físico quando o dia estiver muito quente.
  • Se estiver fora de casa ou da academia, escolha um local com sombra. Não malhe sob o sol.
  • Procure se hidratar a cada 20 minutos. Isto é muito importante! Treinar “a seco” não trará nenhum benefício.
  • O uso de agasalhos durante o treino não trará maior gasto energético ou maior perda de gordura. Agasalhos causam apenas desconforto e desidratação.
  • Não se preocupe com a queda de rendimento se estiver muito sol e você malhar ao ar livre. Isto é absolutamente normal.

    • Na piscina e na praia

  • Antes de nadar, tente descobrir se a piscina está tratada adeqüadamente com cloro e se a praia está própria para banho. Se não estiverem, evite.
  • Não fique torrando sob o sol: não deixe a vaidade estragar sua saúde.
  • O horário adeqüado para quem quiser tomar banho de sol é antes das 10h e depois das 16h.
  • Lembre-se de reaplicar o protetor solar sempre que sair da água.
  • Não deixe as crianças muito tempo na água, a não ser que elas estejam usando camisetas. Isso vai evitar queimaduras (que, acumulando-se ao longo da vida, podem causar câncer de pele).
  • Bebê na praia, só fora dos horários de pico, de preferência quando uma brisa estiver refrescando o ar. Senão, eles podem se queimar, desidratar e ter brotoejas.
  • Se for fazer caminhada pela praia, procure andar pela sombra. Caso não seja possível, capriche no protetor solar e proteja rosto e ombros com um chapéu.
  • Leve água de casa, para beber e manter-se hidratado, e também para borrifá-la no rosto, aliviando a sensação de calor.
  • No vestiário da piscina, atenção: nada de andar descalço ou compartilhar toalhas. Assim você evita conjuntivite e micoses.
  • Outro cuidado contra a conjuntivite: evite piscinas lotadas demais.
  • E, se você tiver alguma dúvida quando à qualidade da água, evite abrir os olhos embaixo d'água ou até mesmo molhá-los.

    • No trânsito

  • Na hora de entrar em um carro que ficou parado sob o sol, abra primeiro portas e janelas e espere o ar circular, evitando aquele "bafo quente".
  • Dentro do carro, use ar-condicionado ou deixe as janelas abertas.
  • Se você ficar preso no congestionamento, não tiver ar-condicionado e precisar manter as janelas fechadas, tente pelo menos parar em algum lugar em que não bata sol direto.
  • Caso você tenha que aguardar alguém estacionado, não faça isso dentro do carro. Espere do lado de fora.
  • Ao sair, jamais deixe crianças esperando trancadas no veículo. Mesmo que você não demore, a criança pode passar mal - e não são raros os casos de mortes ocorridas nessas situações.
  • Se o carro for ficar muito tempo estacionado fora da sombra, bloqueie a entrada do sol pelo pára-brisa, colocando uma folha de papelão pelo lado de dentro, sobre o painel. Se não tiver isso à mão, cubra o volante com um pano para evitar que suas mãos se queimem na hora de dirigir.
  • As altas temperaturas durante o verão podem acarretar problemas de saúde. Usar filtro solar e beber muita água são as recomendações básicas para evitar danos na pele e desidratação. Mas há outras sugestões para manter o corpo em dia durante a estação mais quente do ano, como manter boa alimentação, tomar cuidado com animais marinhos e deixar a casa mais fresca. O R7 ouviu especialistas de diversas áreas e reuniu todas as dicas, que incluem sugestões de cores para "resfriar" a casa e de alimentos que podem ajudar na hora de se bronzear na praia. Leia todas abaixo e previna-se.

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